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segunda-feira, 25 de julho de 2016

JARDIM DO ÉDEN



Muitos estudiosos, entre teólogos, biólogos criacionistas, historiadores e arqueólogos ocupam-se em descobrir a localização do Jardim de Éden, o Paraíso na Terra de onde o "Adão-humanidade" foi expulso. Supõe-se que este lugar é o berço da raça humana. A polêmica não se justifica: os que identificam o pólo Norte ou as Américas, por exemplo, como o lugar do Éden, baseiam-se no entendimento incorreto de uma teoria de geo-antropogênese.

Não há dificuldade em encontrar o paraíso: tal como muitas outras informações, está no Gênesis judaico-cristão e, neste caso, não é um texto cifrado, nenhuma alegoria extravagante oculta o lugar:

O Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, no lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado... Um rio saía do Éden para regar o jardim, e dividia-se em quatro braços. O nome do primeiro é Fison, que contorna toda a região de Evilat, onde se encontra o ouro; encontram-se ali também o bdélio e a pedra ônix. O nome do segundo rio é Geon, e aquele que contorna toda a região de Cush. O nome do terceiro rio é Tigre, que corre ao oriente da Assíria. O quarto rio é o Eufrates. Gen. 1:8-14

* Bdélio: do grego bdelion, tipo de palmeira ou a substância que ela segrega. LATIM: bdellium ― Gomma resina do levante (oriente médio) e das Índias Orientais empregada para falsificar a mirra, esta sim, valiosa resina perfumada e medicinal. AURÉLIO.

Está claro que esse Jardim ficava na Mesopotâmia (atual Iraque) e a alusão ao ouro não é casual. Esse era um dado muito importante para os Anunnaki e deve ter sido decisivo na escolha do lugar onde seria implantado um primeiro núcleo de colonização.

Afinal, o ouro era o segredo da longevidade e da bioquímica por trás do super-poderes que deles fazia verdadeiros deuses em meio à natureza indômita do planeta azul. No oriente médio encontraram ainda o cobre, a prata e outros minerais. Durante milhares de anos a mineração foi intensa.

Escolhido o lugar da colonização, foi feito um levantamento da biodiversidade do planeta, especialmente ali, na região mesopotâmica. Foram encontrados mamíferos hominídeos. Hominídeos não são criaturas humanas e também não são símios (macacos, chimpanzés e assemelhados).

Para realizar um trabalho de colonização grandioso, explorar as minas e manter o cotidiano das instalações, os Anunnaki teriam criado toda uma raça de seres geneticamente programados para para desenvolver as capacidades necessárias e somente as necessárias, ao desempenho dos serviços mais ingratos. Essa foi a raça Hominídea que finalmente saiu do tubo de ensaio.

Os hominídeos foram as matrizes terrenas dos híbridos mais hábeis. A espécie hominídea já não existe. 
É o elo perdido tão procurado pelos antropólogos. É muito possível que os primeiros "servos dos Anunnaki" 
tenham saído de um laboratório de genética e que a primeira espécie viável obtida tenha sido aperfeiçoada 
ao longo longo das Eras. Uma população de servos híbridos porém férteis entre si se formou. 
A organização social dessas "primeiras gentes" foi o embrião de grandes centros urbanos do passado dos 

quais não restaram qualquer ruína.



Esse foi o tempo em que os "deuses" realmente viveram sobre a Terra, cada vez mais misturados com 
suas criaturas, que tinham consciência nítida de que os Anunnaki eram superiores e, portanto, 
deviam ser tratados com deferência. A submissão dos hominídeos primitivos era fácil de manter por 
muito tempo porém, não eternamente. Deve ter havido um tempo em as relações entre "deuses" e 
hominídeos tornaram-se próximas demais ou, mais especificamente, um tempo em que as relações 
dos Anunnaki com as hominídeas tornaram-se demasiadamente íntimas. No Gênesis, esse "relaxamento 
dos costumes" acabou resultando em séria crise política e social porque "os anjos" engendraram descendência 
com as "filhas dos hominídeos", que "eram belas'.




A Antropogênese teosófica se refere a essas "filhas" dos homens como criaturas 
gigantescas (em relação ao sapiens atual), "monstruosas" e peludas. [Para os que acreditam na teoria 
dos antepassados ETs Anunnaki, as relações pessoais e sexuais entre alienígenas e indivíduos da 
espécie hominídea foi "a queda dos anjos"]. Sua progênie foram os míticos gigantes e os seres fantásticos 
das lendas; quimeras, como o centauro, o sátiro, a sereia.



Os filhos desses "casais espúrios" deveriam ser, normalmente, estéreis, seguindo uma lei geral da biologia 

segundo a qual o fruto de relação sexual entre espécies diferentes não produz descendência fértil. Porém, 
outra lei geral da Natureza ensina que toda regra tem exceção, especialmente quando está em jogo a capacidade 
de reprodução de um organismo. Todos os seres vivos tendem a buscar uma forma de expansão de si mesmos, 
forma de se reproduzir e foi assim que os híbridos "imorais", filhos dos Anunnaki, começaram a reproduzir-se entre 
si gerando uma novo ramo da família.


Os seres humanos tiveram sua origens na miscigenação entre os Anunnaki e o hominídeos. Os deuses, como 
entendem tantos pesquisadores, leigos e cientistas, eram os cosmonautas de Nibiru e seu objetivo inicial, quando se 
lançaram nos abismos do espaço, obter o ouro necessário para manter a vida eterna e os poderes extraordinários de seu povo.



Sucubbus e Incubbus

1 ano atrás Obg a todos que deixaram aqui as dicas e pelas palavras de conforto, tenho tido alguns avanços, como comentei nesse vídeo achav...